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Edukamedia

Sexta-feira, Dezembro 30, 2011

Saudades de 2012

Para todos aqueles que visitaram este espaço ao longo de 2011, votos de boas entradas em 2012.

Para mim, 2011 foi um ano de algumas conquistas e faço votos que 2012 as renove e seja, também, para cada um dos leitores, um ano pleno de realizações.

Feliz 2012

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Terça-feira, Dezembro 20, 2011

Cesária parte para o caminho sem volta

Vai hoje a enterrar a voz que durante duas décadas contagiou o mundo e engrandeceu o nome de Cabo Verde, encurtando (e de que maneira) esse caminho longe.

Desejamos que a terra lhe seja leve e que o seu legado seja para sempre lembrado. Quem conheceu de perto a Cize, diz com propriedade, que ela apesar da fama continuou humilde e próxima dos mais pobres.

Além da Cesária Évora, perdemos, também, em 2011, a rainha do finação, Inácia Gomi.

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Sexta-feira, Dezembro 02, 2011

Programação da apresentação do meu livro

O livro "Auto-Avaliação da Escola e Desenvolvimento Institucional estará
presente na Feira do Livro de Vila Nova de Foz Côa, Portugal, de 02 a 18 de Dezembro.

No dia 16 de Dezembro, a cidade do Mindelo, Cabo Verde, acolhe a apresentação da Auto-Avaliação da Escola e Desenvolvimento Institucional, enquadrada no IV encontro dos Jovens Investigadores que decorre de 16 a 18 de Dezembro.

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Sexta-feira, Novembro 04, 2011

Avaliação das Escolas em Cabo Verde: Uma Prioridade Prioritária (II)

Se soubermos que um obstáculo é intransponível, deixa de ser um obstáculo para se tornar um ponto de partida

Juzsef Eorvos




No artigo anterior, Avaliação das Escolas em Cabo Verde: uma prioridade prioritária (I), publicada no semanário Asemana, ano XX, edição nº 1000, Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011, colocamos, de uma forma geral, o acento tónico no balizamento do conceito de avaliação das escolas e, de forma específica, nas suas vantagens para o desenvolvimento do país.

Na presente análise procuramos associar a cultura de avaliação ao estado de desenvolvimento dos países, à luz da performatividade das organizações, sem esquecer os desafios para Cabo Verde dado que nada acontece por mágica, mas sim fruto de longas e, por vezes, dolorosas caminhadas. Se não vejamos.

Avaliação das escolas é uma prática comum na maioria dos países desenvolvidos e a informação produzida tende a ser consumida de forma crítica por diferentes stakeholders tais como pais, alunos, municípios, oposição, governos, sociedade civil, centros de investigação e fazedores de políticas públicas em matéria da educação porque incrementa a participação na vida das escolas, gerando, deste modo, os equilíbrios necessários na prestação do serviço público.

A construção de uma cultura de avaliação foi consentânea como uma estratégia global de desenvolvimento de muitos países hoje considerados ricos. Nestes países decorrente das suas experiências de crise, a racionalidade económica, a contenção da dívida, a transparência e prestação de contas, o foco no cliente, a qualidade do serviço público, a eficácia e a eficiência são princípios basilares da construção macroeconómica que são, aliás, respeitados, sem segundas opções, pelas instituições e, por arrasto, pelos cidadãos. As escolas, nesses países são obviamente o espelho da sociedade e revêm-se nos princípios acima enunciados e atribuem uma centralidade acrescida à avaliação como instrumento de empoderamento e da implementação das políticas públicas.

Em contramão encontram-se muitos países, incluindo o nosso, que apesar da vontade expressa em serem desenvolvidos enfrentam auto-resistências na mudança de paradigma, ou seja, na passagem de países ditos pobres para Países de Rendimento Médio e/ou Ricos. A baixa produtividade, o fraco enfoque no cliente, a ausência de qualidade desejada na prestação de serviço público, a sub-representação da sociedade civil, a excessiva presença partidária aliada à desigualdade de oportunidades, à desvalorização do mérito e da justa recompensa tornam utópicas a implementação voluntária de princípios de transparência e da prestação regulares de contas nos diversos sectores do Estado e da sociedade civil.

Nestes países, pelas vicissitudes acima enumeradas, o caminho tende a ser longo porque regista-se incompreensivelmente, nalguns casos, a pressa ante o tempo e, noutros, a lentidão face à oportunidade, parafraseando o provérbio persa. Porém, Juzsef Eorvos considera que o obstáculo deve ser encarrado como ponto de partida…

Como o caminho faz-se caminhando e à medida das pernas do dono, sugerimos o investimento sério na capacidade de aprender a aprender com os outros e, sobretudo, de desaprender por conta própria, sem recurso às medidas de austeridade impostas por qualquer tróika.

A este respeito, o recurso à avaliação enquanto instrumento de aferição da qualidade exige a formulação de consciência pública sobre os benefícios da boa gestão e, difundir a ideia de que a desigualdade de oportunidades mesmo para quem, numa dada altura, esteja na mó de cima, one up, nunca é uma vitória (plena) mas, pelo contrário, sacrifícios penosos para a coesão social sobretudo para quem está na posição de vítima, ou seja, na mó de baixo, one down.

Aliado à noção da avaliação das escolas e das organizações educativas o estado de desenvolvimento dos países, como já foi referido, influencia a forma como a mesma é conduzida. Por exemplo, quando se nota a ausência de certas regras, princípios de dignidade humana e confiança na pessoa, a implementação desenquadrada de uma estratégia séria e contínua de melhoria tende a ser, quase sempre, um jogo de cartas marcadas ou, quiçá, de caça às bruxas.

O amadorismo, o desenrascanço e a demagogia servem a interesses distintos (a dita agenda secreta da avaliação) e, por isso, não devem estar associados ao processo de avaliação uma vez que a formulação de um juízo baseado em premissas incertas e uma tomada de decisão mal fundamentada produzem os mesmos danos que um cirurgião que executa mal uma cirurgia delicada. Para as vítimas (em caso ou não de morte), mesmo que a justiça funcione, os prejuízos são imensuráveis e, por vezes, irreparáveis.

Para um pequeno Estado insular e condenado a ser um bom aluno da comunidade internacional constitui um dever moral e de sustentabilidade estribarmo-nos nas melhores práticas de gestão, fazendo mais com o pouco que temos, para que os recursos escassos que possuímos sejam administrados com inteligência a fim de permitir às gerações futuras um pouco de chão. A crise internacional porque passa muitos países - e alguns com ligações históricas ao nosso burgo - deverá servir, senão para alertar-nos que os cofres do Estado não são rios caudalosos, ao menos, que cada gota ou centavo conta.

As escolas cabo-verdianas, apesar do quadro legal lhes possibilitem a ter uma gestão autónoma e com margens de sucesso, surpreendentemente apresentam problemas endógenos e exógenos explicados pelas lógicas de acções organizacionais. A este respeito ressalva o que Licínio Lima - investigador e crítico das centralidades periféricas – designa de autonomias por controlo remoto, onde apesar da propalada liberdade de acção, as decisões são tomadas (no centro), ou seja, fora das escolas e estas limitam-se, apenas, a cumprir ordens da tutela, continuando a serem periféricas apesar da autonomia decretada.

Consequentemente nota-se que as escolas apresentam problemas em terem uma agenda própria que sirva os interesses das comunidades onde se encontram inseridas. Falta-lhes neste sentido, mecanismo de gestão previsional (projectos educativos, projectos curriculares de escola e de turmas, orçamentos, etc.) e prestação de contas (relatórios de execução orçamental, avaliação e balancetes) e nada parece ser inocente… Bastas vezes, as escolas ou quem as dirige, retiram da sala de aula excelentes professores e os alunos e a comunidade educativa, em geral, ganham, em troca, gestores medíocres.

Deve-se, nossa opinião, mudar de paradigma, introduzindo no seio das escolas e da tutela a necessidade de termos gestores (entenda-se directores) profissionalizados (que podem ser professores), mas desde que devidamente treinados. Assim, cada um deve estar no sítio certo e no momento adequado: um médico deve estar com os utentes, os polícias na rua, os professores na sala de aula. Foi para o exercício dessas funções que foram treinadas e, muitas vezes, com recursos públicos. Sem prejuízo, todos devem ser chamados a contribuir para a boa gestão dos hospitais, das ruas, das salas de aula e das escolas … dando subsídios aos gestores que, depois, prestam as contas à sociedade.

Albino Luciano Silva

Mestre em Educação, especialidade Administração e Organização Escolar e autor do livro Auto-Avaliação da Escola e Desenvolvimento Institucional
Blog: http://www.edukamedia.blogspot.com/


Artigo publicado no BI-Semanário ASEMANA, 22 de Novembro de 2011, Ano XXI, nº 1002, p.26.

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Quinta-feira, Setembro 15, 2011

AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS EM CABO VERDE: UMA PRIORIDADE PRIORITÁRIA (I)


As escolas só sabem para onde vão, se dispuserem de instrumentos que lhes permitam, em primeiro lugar, conhecer-se, saber o que são e para onde vão

Augusto Santos Silva



Uma parte significativa das escolas anda ao sabor dos ventos e apresenta, por isso, dificuldades acrescidas em saber com exactidão quem são, onde estão e aonde pretendem chegar. Ou seja, ao desconhecerem a si próprias ignoram, também, por completo, as suas potencialidades, ameaças, pontos fortes e fraquezas, etc. Razões que as torna, segundo Sun Tzu, na Arte da Guerra, frágeis perante os seus eternos adversários: o insucesso, o abandono e a expectativa desproporcional da sociedade.

Ao longo desta análise procuramos viajar, na companhia do leitor, pelo mundo das escolas, com a evocação das razões porque devem produzir conhecimento sobre si próprias, antecipando as dificuldades e contribuir para uma discussão fundamentada em torno da (auto) avaliação como ferramenta essencial para melhoria das instituições e organizações educativas, especialmente aquelas que tendem a sobreviver independentemente do seu êxito.

Existem muitas visões (embora desfocadas) e percepções sobre a avaliação dado que diariamente avaliamos, ou seja, emitimos juízos de valor sobre diferentes fenómenos e ocorrências. Contudo, neste espaço defende-se a operacionalização de conceito para que o autor e o leitor debrucem sobre a (auto) avaliação das escolas com a possibilidade de haver pontos de convergência e, quiçá, divergência, mas sem nunca perdermos o foco: a melhoria das escolas.

Fronteira Conceptual

A avaliação (das escolas) constitui a formulação de um juízo de valor ou de mérito sobre o funcionamento das escolas com recurso a instrumentos científicos, com o propósito de produção de informação credível que permite aos decisores a possibilidade de tomarem decisões fundamentadas. O que distingue e credibiliza a avaliação das outras unidades de medida tende a ser a sua eterna e perpétua vontade de superação dos pontos fracos e de manutenção dos pontos fortes das organizações sejam elas escolares, religiosas, políticas, empresariais, etc. Conforme a seguir se indica, são inúmeras as virtudes associadas à avaliação das escolas.

Prestação de Contas e Transparência

Baseada no princípio do direito à informação, há um escrutínio atento e exigente sobre as actividades desenvolvidas pela escola, tendo em conta que esta é obrigada a prestar regularmente contas sobre o seu funcionamento, quer para o público interno (comunidade educativa) quer para o público externo (sociedade).

Ademais, a necessidade de transparência dos resultados visa, por um lado, enaltecer as boas práticas de gestão e, por outro, sancionar os infractores em caso de exercício doloso na gestão da coisa pública dado que as escolas, sobretudo as públicas, são custeadas pelos impostos pagos pelos contribuintes.

Substituição do Controlo a Priori pelo Controlo a Posteriori

Uma aposta na avaliação das escolas, permite, outrossim, que haja um controlo a posteriori sobre os resultados em vez do controlo a priori baseado nas normas. Esta questão tende a ser de extrema importância na medida em que evita que os líderes se preocupem com questões, por vezes, menores (como, por exemplo, marcar falta a certos professores, revistar os contentores de lixo, vigiar certos professores e funcionários tidos como rebeldes, fazer o culto da arrogância, entre outros pecados) em vez de concentrarem nas estratégias de melhoria da escola dado que esta deve ser o cerne da mudança (o farol da sociedade).

O exercício de funções periféricas por parte dos líderes, de um modo geral, e dos gestores escolares, de forma particular, revela a ausência de uma visão clara para a instituição que dirigem o que, bastas vezes, provoca a desorientação dos membros da comunidade educativa que, ao centrarem o seu foco nos feitios (e fraquezas) do líder, prejudicam o ambiente escolar devido ao efeito de dissonância que tal desconforto provoca, conforme elucida Daniel Goleman e colaboradores, na obra “Novos Líderes: a Inteligência Emocional nas Organizações”.

Convergência Normativa e Técnica com a União Europeia

No âmbito da parceria especial com a União Europeia impõe-se a Cabo Verde uma aproximação normativa e técnica - a diversos níveis e domínios. A avaliação da escola é uma realidade na maioria dos países europeus (embora a diferentes velocidades) o que nos obriga a ser eclécticos, ou seja, a tirarmos antecipadamente partido das boas práticas (incluindo europeias) a favor da melhoria das escolas em vez de assumirmos uma postura reactiva e céptica até que nos impõem, de forma forçada - do género da Tróica - uma agenda sem margens, portanto, de negociação. Ademais, há directrizes do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia sobre a cooperação europeia em matéria de avaliação da qualidade do ensino básico e secundário.

Credibilização do Discurso das Organizações

A avaliação das escolas credibiliza o discurso das próprias organizações escolares e do Estado sobretudo quando se cultiva o hábito saudável da triangulação de dados e/ou da informação que permite que quaisquer iniciativas de avaliação (neste caso interna) sejam complementadas por outras visões (de preferência distanciadas), evitando, assim, práticas monoculturais da avaliação.

Travões e Alavancas na Avaliação das Escolas

Apesar das virtudes acima enunciadas da avaliação das escolas, a sua não implementação (resistência) deve-se a muitos fenómenos previsíveis e, por vezes, invisíveis: o desejo da não responsabilização das escolas (omissão do ónus); a preservação do Status Quo organizacional; o privilegiar das mudanças de primeira ordem que em nada contribuem para o fortalecimento das organizações; o desconforto do avaliado, que associa a avaliação unicamente ao controlo (dimensão psicológica). Contudo, a avaliação quando planeada com rigor e executada de forma prudente tem a finalidade de melhorar os pontos fracos e de contribuir de forma sustentada para a manutenção dos pontos fortes das organizações dado que, por exemplo, as boas escolas não são de geração espontânea: são semeadas.

Desafios

A formação constitui uma via segura para que, a par e passo, se interiorize no seio das escolas as vantagens da avaliação interna. Consideramos, por isso, fundamental para o patamar de desenvolvimento almejado para Cabo Verde – decorrente dos desafios nacionais e compromissos internacionais - munir a administração pública, de uma forma geral, e as escolas, de forma particular, de ferramentas de gestão que as permitam no momento da tomada de decisões - que se deseja fundamentada - substituir o conselho prudente baseado na confiança e, por vezes, “boa fê” pela informação relevante baseada em informação credível.

A defesa legítima da avaliação das escolas e das organizações apresenta, por último, uma dimensão política pelos valores da democraticidade e participação que promove. Assim, a assumpção de visões holísticas e sistémicas alicerçadas no esforço concertado deve ser o caminho para a mudança e florescimento da inovação no seio das organizações para que não tenham que “inventar a roda” a cada recomeço…


Albino Luciano Silva

Mestre em Educação (esp. Administração e Organização Escolar), Pós-graduado em Gestão e Avaliação da Formação, Licenciado em Ciências da Educação e autor do livro: Auto-Avaliação da Escola e Desenvolvimento Institucional.

In Jornal, semanário Asemana, edição número 1000, 09 de Setembro de 2011.

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Segunda-feira, Agosto 08, 2011

Auto-Avaliação da Escola e Desenvolvimento Institucional: Locais de venda

A obra Auto-Avaliação da Escola e Desenvolvimento Institucional pode ser adequirida nas seguintes livrarias:


Livraria Leitura - book & living (pela internet ou no Shopping Center Cidade do Porto)

Livraria Bulhosa -book & liling (pela internet ou nas várias lojas em Lisboa (Shopping Center Amoreiras, Galerias Comerciais Twin Towers, ) Oeiras ( Centro Comercial Oeiras Park, Central Park) e Cascais (Centro Comercial Cascais Vila).

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Segunda-feira, Julho 18, 2011

Auto-Avaliação da Escola e Desenvolvimento Institucional: contra capa da obra

A preocupação dos Estados com a qualidade da escola tem adquirido uma centralidade crescente, não apenas como factor de determinação da eficácia geral dos sistemas educativos, mas também porque ela surge ligada às políticas de coesão social e igualdade de oportunidades.



A justificar esta orientação, as mudanças globais e aceleradas que marcam a sociedade actual colocam a escola no centro do debate educacional como agente importante na formulação de respostas ajustadas a uma realidade em constante mutação. Todavia, as escolas enfrentam problemas de origem endógena e exógena, sendo que um deles se relaciona com a sua (in)capacidade de aprender continuadamente com as suas práticas quotidianas, experiências e projectos levados a efeito.



Esta situação levanta questões relativas à inteligência (uma metáfora) das escolas enquanto instituições encarregues de assegurar os processos de ensino e de aprendizagem dos alunos. Baseada nestas preocupações, esta obra analisa a realidade de uma escola secundária urbana que empreendeu um processo de auto-avaliação sistemático, desde o início do século XXI (ano 2000), com a finalidade de reflectir sobre o seu funcionamento e encontrar soluções para alguns dos problemas assinalados no seu Projecto Educativo e Projecto Curricular de Escola.


Os resultados alcançados apontaram para a existência de muitas lógicas de acção organizacional que emergiram da realização da auto-avaliação, que a avaliação se repercutiu em mudanças em vários domínios do funcionamento da escola e que há dificuldades na institucionalização do processo de auto-avaliação no universo da escola, embora ela seja considerada uma via segura para o desenvolvimento institucional.


Esta obra assume um carácter universal, servindo-se de suporte aos agentes educativos, pais, encarregados de educação, gestores das escolas, professores, alunos, investigadores e leigos porque a preocupação com a melhoria da escola não deve ser responsabilidade exclusiva de alguns, mas sim um dever de todos.

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